Emília Daniel Leitão (Ago-Set 2008)
Como mudou o Chiado desde a primeira vez que o vi, em 1970! Nessa altura, caminhava lentamente para a modernidade. Era já um centro cosmopolita, um bairro de contrastes, com muito movimento. Gostava de ficar no Café Chiado a observar o vaivém das pessoas que passavam apressadas, bem arranjadas. Ia ao Tatá Rodrigues para comprar tecidos, à Casa Batalha para os botões, ao Alexandre e ao Jerónimo Martins para as coisas de casa e invariavelmente à Livraria Bertrand.






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